Descarte de máscaras precisa de cuidados, alerta ABNT

No descarte é preciso observar alguns cuidados para evitar a contaminação de pessoas que, eventualmente, tenham contato com a máscara como, por exemplo, os trabalhadores responsáveis pela coleta de lixo | Foto: divulgação

Após um ano da pandemia no Brasil, completado nesta quinta-feira (11), as máscaras de proteção respiratória descartáveis ou laváveis, que passaram a fazer parte do dia a dia da maioria da população, já começam a apresentar os sinais do tempo. Para manter a proteção oferecida pela máscara, é fundamental saber utilizar o dispositivo da maneira correta e saber realizar o descarte das máscaras que não são mais reutilizáveis.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda que, caso seja identificado algum dano como deformação, desgaste, perda de elasticidade das alças, por exemplo, a máscara deve ser descartada.

Porém, no descarte é preciso observar alguns cuidados para evitar a contaminação de pessoas que, eventualmente, tenham contato com a máscara, como os trabalhadores responsáveis pela coleta de lixo. De acordo com a ABNT, quando a máscara não estiver mais apta ao uso, o descarte deve seguir as seguintes orientações:

1 – Descaracterizar a máscara cortando-a com uma tesoura, a fim de evitar a reutilização por terceiros – importante ressaltar que a tesoura deve ser higienizada após a descaracterização de máscaras usadas;

2 – Colocar a máscara descaracterizada em um saco de papel ou plástico e certificar-se de que o saco esteja bem fechado e em seguida jogar em uma lixeira com tampa;

3 – Após o descarte, evitar tocar no rosto ou em superfícies e lavar imediatamente as mãos com água e sabão ou higienizá-las com álcool em gel a 70%.

Segundo o presidente da ABNT, Mario William Esper, “é importante lembrar que descartar as máscaras no chão, assim como qualquer outro lixo, traz diversas consequências ao meio ambiente, suja os lençóis freáticos e entope canais, causando alagamentos. Portanto, o descarte correto também contribui para a preservação do meio ambiente. Continua valendo a máxima: lixo no lixo”, ressalta.

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