Participação do ABC no consumo nacional é reduzida de 1,70% para 1,65%, aponta estudo

Os dados foram analisados durante reunião conjunta entre os Grupos de Trabalhos (GTs) Desenvolvimento Econômico e Finanças da entidade regional, realizada por meio de videoconferência | Foto: divulgação/Consórcio

Nesta quinta-feira (18), o Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu a apresentação de um levantamento que reuniu informações demográficas e de potencial de consumo das sete cidades. Conforme o levantamento, a participação do ABC no consumo nacional reduziu de 1,70% para 1,65% entre 2018 e 2019. No entanto, no mesmo intervalo, a região voltou ao posto de quarto maior polo consumidor do Brasil, atrás apenas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

O estudo, denominado IPC Maps, foi realizado pela consultoria IPC Marketing Editora, e reúne em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo em 22 categorias de produtos nos municípios brasileiros. Os dados foram analisados durante reunião conjunta entre os Grupos de Trabalhos (GTs) Desenvolvimento Econômico e Finanças da entidade regional, realizada por meio de videoconferência.

De acordo com o diretor da IPC Marketing, Marcos Pazzini, o trabalho considera o consumo de cada classe social definida pelos critérios da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa de Mercado (Abep). O estudo traz informações sobre cada cidade, com detalhes sobre população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços, possibilitando comparativos com outros municípios, regiões, áreas metropolitanas ou mesmo com o Estado, inclusive em relação a períodos anteriores.

O diretor de Programas e Projetos do Consórcio ABC, Giovanni Rocco, ressaltou que os números vão contribuir para ações estratégicas. “A informação é fundamental para a tomada de decisões e para o planejamento dos próximos anos”, afirma Rocco.

Considerando o ponto de vista financeiro nas administrações municipais, o estudo permite balizar o consumo de bens e serviços em cada cidade, segundo o diretor Administrativo e Financeiro do Consórcio ABC, Carlos Eduardo Alves da Silva, o Cadu.

“O estudo mede o potencial de consumo com base em dados oficiais e traz uma série de informações divididas por categoria. Os números podem ajudar as prefeituras e os empreendedores em um planejamento estratégico”, pontua Cadu.

Já o secretário-executivo do Consórcio ABC, Edgard Brandão, destacou a importância da apresentação dos números aos gestores públicos das sete cidades. “Reunimos 30 pessoas de alto nível nas áreas de Finanças e Desenvolvimento das sete cidades que representam o quarto maior polo consumidor do Brasil”, finaliza Brandão.

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