Sindilojas-SP solicita que supermercados comercializem apenas produtos essenciais

Solicitação tem como objetivo evitar um maior desequilíbrio econômico entre os setores de serviços não essenciais | Foto: divulgação

O Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas-SP) pleiteou com autoridades que seja permitida somente a venda de alimentos e produtos de higiene/limpeza, considerados essenciais para a sobrevivência nos mercados, supermercados e hipermercados, para evitar um maior desequilíbrio econômico entre os setores de serviços não essenciais.

Segundo o sindicato, estes locais estão livres para comercializar qualquer produto, como televisores, celulares, entre muitos outros não imprescindíveis neste momento, o que prejudicaria os demais segmentos que estão fechados. Além disso, essa liberação cria uma circulação maior de pessoas nestes estabelecimentos, o que vai na contramão do isolamento social.

A Constituição Federal preconiza no artigo 5º o princípio da isonomia que assim dispõe: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Diante do exposto, o Sindilojas-SP pleiteou a mudança junto ao governador de São Paulo, João Doria; prefeito Bruno Covas; secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado de São Paulo, Patrícia Ellen e secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura do Município de São Paulo, Aline Cardoso.

Sindlojas-SP
O Sindilojas-SP é uma entidade sindical que representa 30 mil empresas do comércio lojista e 100 mil empresários da cidade de São Paulo, estabelecidos em shoppings centers, lojas de rua e comércio virtual.

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