ABC é prioridade para o grupo NotreDame

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Por Vitor Lima
Cerca de 50 empresários participaram, na última terça-feira (24), de um jantar no restaurante Baby Beef Jardim, em Santo André. O evento foi organizado pela Céltic – Gestão em Benefícios e pelo Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), para festejar o Dia do Empresário, comemorado neste mês. A ocasião também serviu para as duas empresas apresentarem novidades e discutirem os desafios da saúde suplementar.
Em sua apresentação, o diretor executivo do GNDI, José Carlos de Paula, destacou os representativos investimentos do grupo no ABC. Desde 2015, a corporação adotou uma arrojada estratégia de expansão, que aposta na aquisição de diversos equipamentos de saúde para ampliar a rede própria.

 

Buscarino (esquerda) e de Paula foram os anfitriões do encontro | Foto: Divulgação

Dos últimos nove hospitais adquiridos pela NotreDame, três são da região – Hospital São Bernardo,  Hospital Baeta Neves e  Hospital e Maternidade Intermédica ABC –, que se somaram aos 20 Centros Clínicos operados pelo grupo nas sete cidades. Além disso, em agosto, o grupo inaugurou uma filial, em São Bernardo do Campo, para impulsionar os trabalhos no ABC. Ao todo, foram R$ 150 milhões investidos na região. 

“A gente entende que o ABC, pelo tamanho, representatividade e o nível de clientes que podem ser nossos aqui, é uma área prioritária de investimentos”, explica o executivo, que afirma que em 2018 a instituição pode fazer novas aquisições: “A gente continua olhando todas as oportunidades”, revela.
 
Prevenção é prioridade
Um dos anfitriões do encontro, Ronaldo Buscarino (proprietário da Céltic ao lado de Antonio Balista), ressalta que as empresas devem estar atentas à qualidade de vida de seus colaboradores. Para isso, a Céltic oferece soluções que priorizam a prevenção de doenças, por exemplo,  a ação batizada como Circuito de Saúde.
Evento comemorou o Dia do Empresário | Foto: Divulgação
O programa prevê uma série de exames nos funcionários, para diagnosticar o perfil dos colaboradores e planejar estratégias preventivas que propiciem maior qualidade de vida aos empregados e, consequentemente, evitem que eles fiquem afastados por motivos de saúde.
“É um desafio muito grande, porque para uma fábrica não é fácil”, conta, ao explicar que alguns empresários ainda precisam ser conscientizados sobre a importância de ações como essa. A lógica é a seguinte: por mais que se perca algum faturamento com os funcionários parados para realizarem as avaliações, o ganho a longo prazo é muito maior.
“Estamos fazendo a prevenção para não ter a doença, esse é o nosso objetivo. Quando você fala em qualidade de vida nas empresas, tem que ter um período de maturação. Tem que começar agora para que daqui cinco anos você tenha resultados. É um trabalho de formiga, que a gente está levando para as empresas”, afirma.

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