Indústria planeja gerar cerca de 12 mil empregos temporários para atender à demanda da Páscoa

A ABICAB está otimista com os resultados de 2021 e aponta que as contratações tiveram início a partir de agosto de 2020

Data deve movimentar o setor | Foto: Compra de Marcelo Camargo/AgBr

Em 2020, a pandemia iniciou quando os pontos de venda já estavam abastecidos com os produtos de Páscoa, o que impactou a data fortemente. No entanto, para este ano a indústria de chocolates está otimista quanto ao seu desempenho, dado a perspectiva positiva da chegada de um imunizante e reabertura do comércio.

Para atender à demanda do período da Páscoa desse ano, a indústria de chocolates prevê 11.665 contratações temporárias diretas e indiretas de profissionais que atuarão nas linhas de produção ou nos pontos de venda. Os dados são de um levantamento da ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas). O número representa um crescimento de 4,8% em relação às contratações do ano passado.

De acordo com a entidade, as contratações para suprir a demanda começaram a ser realizadas a partir de agosto do ano passado e o planejamento para a Páscoa tem início com até dois anos de antecedência. Isso acontece porque as empresas têm de elaborar e planejar todo o portfólio, realizar as contratações e definir todos os detalhes, como, por exemplo, tendências, embalagens e logística.

Para este ano, o presidente da Associação, Ubiracy Fonsêca, acredita que a principal estratégia das empresas será continuar a desenvolver a diversificação dos canais de venda. “Em 2020, o e-commerce e o varejo foram grandes aliados das indústrias. Com isso, acreditamos que as vendas online e parceria com os varejistas se manterão fortes neste e nos próximos anos. Temos enxergado um crescimento significativo nos canais digitais e um aumento de confiabilidade do consumidor em compras pela internet”, afirma.

Cenário da Pandemia

Com a pandemia já instaurada desde o ano passado, as empresas se planejaram levando em conta diversos cenários possíveis para este ano. “Nossos associados continuam trabalhando com o cuidado de adaptar a sua linha de produção para garantir a segurança de seus colaboradores e consumidores e seguem todos os protocolos de segurança recomendados por órgãos Públicos”, conta Fonsêca.

As empresas também estão acompanhando os processos de restrição em cada região do Brasil para ajustarem o planejamento de acordo com o cenário, atendendo, assim, a demanda do mercado de maneira segura e responsável.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here