Pandemia impulsiona mercado de alimentos à base de vegetais

Segundo a pesquisa “Food Trends Report 2021”, o consumidor está mais preocupado com a saúde e passou a questionar de onde vêm os alimentos e como eles são produzidos | Foto: Freepik

A crise do novo coronavírus mudou não apenas hábitos para quando saímos de casa, como o uso de máscaras e a higienização com álcool em gel, mas também fez com o que o consumidor ficasse mais atento com o que coloca no prato. De acordo com a pesquisa “Food Trends Report 2021”, realizada pela Galunion e o Instituto Qualibest 75% dos consumidores gostariam de comprar comida gostosa, fresca e que ajudasse na imunidade e na saúde.

Segundo o estudo, 68% dos consumidores dizem que a preocupação com a sustentabilidade é uma tendência que permanece importante, após o surgimento do novo coronavírus. A conscientização do impacto ambiental que a produção de alimentos causa em nosso planeta faz com que as pessoas queiram saber o que estão consumindo, de onde veio a comida e como foi produzida.

Por isso, 33% dos consumidores afirmaram que as novidades apresentadas por produtos plant-based (em português, “à base de plantas”) são uma tendência.

Há poucos anos, ainda era difícil para os adeptos do vegetarianismo e veganismo encontrar opções livres de crueldade animal no mercado. Porém, essa realidade está mudando. Por exemplo, hambúrgueres 100% vegetais já são fáceis de encontrar no mercado.

Os corredores de leite também ganharam versões da bebida feita com amêndoas, castanha de caju e vários outros vegetais. Porém, o consumidor não quer apenas variedade de opções. Ele também preza pela experiência.

A própria “Food Trends Report 2021” ressalta que as novas propostas do mercado de alimentos à base de vegetais buscam uma composição que reúne sabor, aroma e textura característicos da proteína animal. Isso porque, desta forma, a pessoa não precisa abrir mão do prazer associado ao alimento.

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