Quarentena: brasileiros aumentam consumo de sanduíches

No período de 16 de março a 10 abril, em comparação ao de 17 de fevereiro a 15 de março, houve um crescimento de 34% no consumo de sanduíches no País, aponta o estudo Consumer Insights da Kantar | Foto: Freepik

Devido às tarefas dentro de casa durante a quarentena, os brasileiros aumentaram o consumo de sanduíches e diminuíram o tempo de preparo das refeições. É o que mostra a nova edição do Consumer Insights da Kantar, líder global em dados, insights e consultoria, que contou com dados da solução Usage Food e Beverages, cuja amostra é de 1,5 mil indivíduos por trimestre.

No período de 16 de março a 10 abril, em comparação ao de 17 de fevereiro a 15 de março, houve um crescimento de 34% no consumo de sanduíches no País, sendo também um dos cinco pratos mais realizados de Norte a Sul. Isso porque refeições mais rápidas, com preparo de até 20 minutos, estão sendo priorizadas dentro dos lares.

Porém, há peculiaridades em cada região do país, onde opções de até 20 minutos são diversas, desde cuscuz no Nordeste a massas no Sudeste.

O delivery também ganhou força durante o confinamento e passou a complementar o dia a dia com categorias como fast food, pizzas, refeições e pratos prontos. Entre os brasileiros que pediram comida por entrega, 53% o fizeram de duas a três vezes, na última semana. Contudo, o hábito de pedir comida pronta é uma tendência para o futuro: 19% dos que aderiram ao serviço dizem que, mesmo após o coronavírus, pedirão mais do que antes.

Outro destaque foi a alteração a partir da última semana de março no consumo em padarias, que retrai fora do lar, mas cresce dentro. Fora do lar, cafés, snacks salgados, biscoitos e sorvetes são as categorias que mais sofrem perda de penetração. Já refrigerantes e snacks salgados são categorias compradas no canal para abastecimento dentro dos lares.

Bares, redes de fast food e restaurantes também são canais impactados pela quarentena, consequência do declínio no índice de consumo de alimentos prontos e cervejas. A retração deve-se majoritariamente à classe AB e a pessoas que trabalham fora.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here