Quero Delivery chega para disputar o mercado nas cidades do interior ao lado de iFood, Rappi e Uber Eats

Considerado o maior app do Nordeste, startup abre planos de crescimento para os próximos anos, a jornada de fidelização de clientes e a aposta na plataforma de logística e oferta de empréstimos para crescer

Miguel Neto, CEO e fundador Quero. Foto: divulgação.

Do agreste e interior nordestino para todos os cantos do Brasil. Com um DNA regional e uma veia colaborativa forte, a Quero, que atua no interior do País, nasceu para ser mais que um delivery de entregas. Atua em mais duas frentes de negócios: logística e empréstimos.

Fundada em 2018, pelos sergipanos Miguel Neto e Danilo Souza, foi na pandemia que os empreendedores viram o negócio crescer e ganhar popularidade na região nordeste do País. Em 2020, foram mais de 1.2 milhão de pedidos/mês, um crescimento na ordem de 400% na receita e faturaram R$ 13 milhões.

A Quero dobrou o volume transacionado no primeiro semestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior. Em 2021, a expectativa é faturar cerca de R$ 20 milhões, e para 2022, a previsão é ainda mais otimista: R$ 30 milhões. O objetivo é também impactar cerca de 35 mil empreendimentos (pequenos negócios), contra 18 mil beneficiados atualmente.

Isso porque com um grande volume de compras concentrado em categorias como mercado e medicamentos, foi durante a pandemia que implantaram o sistema de entrega “quero log” e empregaram mais de 50 pessoas.  Com operação que nasceu na cidade de Lagarto/Sergipe, o propósito que move o negócio é o poder de transformação que a solução tem para as mais diversas realidades enfrentadas pelos micros e pequenos empreendedores no País. Dentre elas, a falta de capital para fluxo de caixa, dificuldade de acesso a serviços financeiros    ou mesmo gestão e divulgação do negócio. Além disso, gerar demanda tanto para os estabelecimentos quanto para os entregadores.

“Em média, aumentam em até cinco vezes mais o faturamento após o uso do app, e em alguns casos, chega em até 70% o incremento em volume de vendas. “A empresa nasceu com uma veia colaborativa regional muito forte, por isso, sempre valorizamos e contribuímos para o crescimento de estabelecimentos locais.”, diz Miguel Neto, fundador e CEO da quero delivery.

Aos 26 anos, os planos de crescimento são ousados. Nascido em Lagarto, mas criado em Tobias Barreto, antiga Vila de Campos do Rio Real, um município do Estado de Sergipe, está situado na divisa com a Bahia, o grande desafio do empreendedor é, além de escalar a solução, buscar diferenciação em um mercado competitivo, aquecido e dominado por foodtechs como iFood, Uber Eats, Rappi e outros.

A startup conta com mais de 100 colaboradores. Já são mais de 12 mil estabelecimentos parceiros/credenciados, dentre eles, Subway e Bobs. Mais de 1 milhão de usuários, 15 mil parceiros, presença em mais de 180 cidades em 13 estados do Brasil (AL, BA, CE, GO, MA, PB, PE, PI, PR, RN, SE, SP).

O último investimento recebido foi da Holding E2F, composta por ex-VP’s da Ambev e Bradesco. O recurso, não revelado, foi investido em pessoas e distribuição.

Já os investimentos previstos para acontecerem ainda este ano contemplam a contratação de pessoas, desenvolvimento de novos produtos, abertura e consolidação de novas cidades. “Temos um grande aliado a nosso favor, que é a mudança de comportamento e hábitos de consumo por meio de plataformas digitais e, que sem dúvida alguma, favoreceram ainda mais esse modelo, porém, entregamos muito mais que uma solução de delivery”, explica Neto.

Com o lema: “aproveite a vida, o resto entrego pra você”, as vantagens para o consumidor final também são relevantes. Os valores aplicados são acessíveis e podem contar com ofertas sem precisar de cupom. Já são mais de 20 modalidades, dentre elas, farmácias, livrarias, petshops, bares e restaurantes, hortifrutis, açougues, cosméticos, lojas de roupa, empórios, gás e água, e outras.

Mais que um app de delivery de comida

Após quase um ano de desenvolvimento, pesquisa e inovação, funciona como uma plataforma robusta de marketplace de serviços. Além da atuação com o segmento food, a quero, em parceria com o Banco BTG, oferta planos e modalidades de empréstimos para pequenos negócios, com juros que variam conforme o empreendimento, valor contratado e prazo escolhido. Já foram disponibilizados mais de R$ 2 milhões em recursos financeiros.

A quero academy, por exemplo, é uma plataforma de educação exclusiva desenvolvida para os estabelecimentos que não têm setor de marketing, por exemplo, e precisam de um suporte para crescimento orgânico e de um ferramental para se desenvolver. Novas demandas /nichos de negócios provocaram atualizações e desenvolvimento na plataforma, a exemplo de implementações de outras verticais, como logística (exclusivamente oferecida para empresas).

“O nosso diferencial competitivo é, justamente, olhar e oferecer serviços, sobretudo, para negócios em fase inicial. Por meio da nossa plataforma contribuir para o crescimento desses estabelecimentos comerciais que, muitas vezes, ainda são mal assistidos e orientados por plataformas de delivery”, finaliza o empreendedor.

Por fim, dentre os prêmios já recebidos, a quero foi indicada/reconhecida pelo iBest 2021 – premiação anual oferecida aos melhores profissionais e empresas do mercado digital do Brasil, como um dos 10 apps de delivery mais relevantes do país.

Para saber mais, acesse: https://querodelivery.com

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here