Trato Feito Empresas completa três anos

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A CEO e fundadora, Milene (ao microfone) planeja a ampliação do TFE | Foto: Arquivo

No último dia 7, o restaurante Sete Mares, em São Caetano do Sul, sediou o evento de comemoração dos três anos de existência do Trato Feito Empresas (TFE). O grupo nascido no ABC utiliza metodologias de networking, para estimular negócios e se coloca no mercado como um aliado dos empresários que desejam impulsionar a atuação de suas empresas.

Entre as ações feitas pelo TFE estão, por exemplo, o G8, reunião semanal com oito empresários, de segmentos diferentes, para o fomento aos negócios – as reuniões são limitadas a oito semanas por grupo. Estes grupos são direcionados aos empresários de pequenos, conforme conta Milene Nicolau, criadora e CEO do Trato feito.

A criadora também explica ao Negócios em Movimento o funcionamento do grupo G20: criado nos últimos meses, esta modalidade é voltada aos empresários de grande porte e médio porte. “Neste grupo, até por conta da agenda apertada dos participantes, as reuniões são quinzenais”, comenta.

Além da periodicidade e da quantidade de membros, os grupos diferem também na dinâmica das reuniões, que são mais “diretas”. Além de fomentar negócios, as reuniões do G20 também objetivam discussões sobre investimentos na Bolsa de Valores, em novos negócios, dentre outros assuntos. “É um clube de negócios”, define Milene.

Os encontros ocorrem nas sedes do TFE (em São Caetano do Sul, Diadema, Mauá e duas em Santo André). A direção do Trato Feito pretende inaugurar uma sede em Sorocaba neste ano, além de já ter conversas para inaugurações futuros em outras praças econômicas importantes, como Campinas, Santos, São Paulo e Belém do Pará.

Próximos passos

Para que o grupo consiga intermediar uma quantidade maior de negócios, a criadora da metodologia revela que investirá em outras iniciativas. O primeiro passo é investir em tecnologia para melhorar a gestão do TFE; depois disso, Milene apostará no modelo de Franchising para expandir o Trato Feito Empresas a outros locais do País. E os planos não param por aí: a CEO também estuda a internacionalização do modelo, com foco inicial nos Estados Unidos.

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