Alunos do Instituto Mauá de Tecnologia participam de concurso internacional no Canadá

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Alunos do Instituto Mauá de Tecnologia participaram do concurso promovido pelo ACI (American Concrete Institute), realizado em 24 de março em Québec, no Canadá. A equipe formada por três estudantes do curso de Engenharia Civil da instituição concorreu nas categorias Eco Concrete, que tinha como objetivo desenvolver um concreto ecoeficiente, com menor quantidade de cimento e baixo impacto ambiental, e na Mortal Workability, em que precisavam desenvolver uma argamassa autoadensável e estável.

Únicos brasileiros competindo no evento, os alunos da Mauá conquistaram o 4.º lugar no concurso Eco Concrete após disputarem com estudantes de 23 universidades de países como Estados Unidos, México, Costa Rica, Equador, Filipinas e Polônia. “Nossos resultados melhoram a cada ano. Ficamos na 22.ª posição na nossa primeira participação em 2017, passamos para a 5.ª em 2018 e agora conseguimos subir mais um pouco na classificação”, afirmou a professora do curso de Engenharia Civil do Instituto Mauá de Tecnologia que acompanhou os alunos durante a viagem, Heloísa Cordon.

Além da participação nos concursos, pela primeira vez a Mauá teve a oportunidade de participar da sessão de trabalhos de graduação durante o evento. O aluno Mateus Zanovello de Oliveira apresentou o trabalho de Iniciação Científica elaborado no ano passado na instituição, cujo tema é o desenvolvimento de um concreto de alto desempenho autoadensável com incorporação de fibras pelo método de empacotamento de partículas.

Para a professora Heloísa Cordon, a participação em eventos como esse são importantes tanto para reforçar o reconhecimento internacional do Instituto Mauá de Tecnologia, quanto para incentivar o desenvolvimento técnico e pessoal dos alunos. “As exigências dos concursos fazem os estudantes procurarem soluções que não são demandadas em outras atividades, além de ajudarem a desenvolver outras habilidades, como busca por patrocínios, organização de tempo, apresentação pública em inglês e contato com estudantes de outros países, com culturas diferentes. É uma experiência muito enriquecedora!”, destaca a professora.

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