Strong Business School: educação para quem faz o futuro

Com a expansão das empresas, após a Revolução Industrial, surgiram os primeiros estudos de administração. O mercado se tornava competitivo e os Estados Unidos fundavam, no século IX, as primeiras Universidades de Administração de Empresas. Aqui no Brasil, na década de 50, era tempo de deixar o amadorismo para formar profissionais para uma gestão mais assertiva e nasciam as primeiras faculdades de administração. Anos mais tarde, com professores capacitados como nas universidades americanas e nos moldes das melhores universidades do mundo, nascia a Strong Business School com seus cursos de MBA em negócios, num convênio com a Fundação Getúlio Vargas, a FGV.

Hoje, a Strong Business School também possui graduação voltada ao ensino de negócios. Mais que formar gestores competentes na geração de lucros, a Strong forma gestores capazes de harmonizar suas empresas com o ser humano e o meio ambiente.

Além de reconhecimento no MEC, pela geração e transmissão de conhecimento, empregabilidade de seus alunos e uma trajetória de sucesso com as melhores pontuações no Enade, este ano a Strong participa do Enangrad (Encontro Nacional de Cursos de Graduação) com 10 pesquisas. O Enangrad é o maior congresso e administração do país, além disso a Strong é creditada pela EQUAA-Education Quality Accreditation Agency, um órgão internacional que certifica escolas de negócios de excelência.

Estar entre as melhores faculdades de negócios do mundo tem raiz na história do seu fundador, Sérgio Tadeu Ribeiro, que possui uma carreira em cargos de direção no setor de administrativo e econômico de grandes empresas do país. Quando pensava em se aposentar a inquietude o levou a educação de negócios. Senhor Tadeu sempre se preocupou em fazer da faculdade uma excelência no ensino. Buscou métodos como das grandes universidades de administração e incluiu no quadro docente, professores de destaques no setor, muitos com títulos de Ph.D, com dezenas de publicações e que atuam no Brasil, Estados Unidos e na Europa. Hoje, a Strong Business School tem 5 campi distribuídos em Santos, Alphaville, Osasco e 2 em Santo André e oferece cursos de Administração, Ciências Contábeis, Economia, Publicidade e Propaganda e Direito, além de 3 outros cursos superiores em Tecnologia (Gestão Financeira, Gestão de Recursos Humanos e Gestão Pública) que serão iniciados no próximo ano, além dos cursos de Pós-Graduação e MBA num total de 3.700 alunos. Além disso, a Strong tem programas de intercâmbio para seus alunos em Universidades como a Harvard, A Universidade Nova de Portugal, Universidade da Califórnia, a Chinese University em Hong Kong, na China e a Universidade da Rússia, isso porque seus mantenedores acreditam que seus alunos precisam de diversidade nos modelos de gerir. Além disso, foi criado o Centro Europeu de Pesquisas e Estudos onde a interação com a comunidade Europeia proporciona ao aluno aperfeiçoar nos métodos e pesquisas que possam ser implementadas na gestão de empresas e órgãos públicos no Brasil.

O país ocupa a 7º colocação em número de empreendedores, segundo a pesquisa Gem/ 2020, e se faz necessário formar administradores que saibam gerir seu próprio negócio. Três dos cinco cursos de graduação da Strong possuem a disciplina Inovação e empreendedorismo, além disso alunos da Publicidade e Direito são incentivados a participar das aulas eletivas. Nesse segmento, foi criado o Centro de Inovação e Empreendedorismo onde orienta alunos e membros da comunidade como ser e se manter um empreendedor.

Desde 2013, a faculdade se tornou membro do Programa Brasileiro GHG Protocol que visa estimular a cultura coorporativa na responsabilidade de estudos e protocolos na emissão de gases que promovem o efeito estufa. “A ideia é formar gestores com responsabilidade social e ambiental”, garante o mantenedor.

Preocupada com o aluno no mercado de trabalho, a Strong criou o Centro de Desenvolvimento de Carreiras, que colabora com o estudante desde o estágio com a plataforma de Gestão de carreiras, onde as empresas cadastradas buscam os alunos através das pesquisas e notas que passam a ter acesso, até o Observatório de Carreira, quando este já está empregado, anos após a sua formação na Universidade. “A ideia é promover carreiras de excelência que garantam qualidade de vida aos membros da comunidade Strong”, se preocupa o mantenedor. Por isso, a Strong também participa do WF, uma organização mundial criada no Vale do Silício e presente em 25 países, cuja missão é acelerar o desenvolvimento das economias emergentes com a criação de empregos onde os indivíduos possam empoderar suas vidas e transformar suas comunidades.

A universidade criou o CIM – Centro de Inteligência de Mercado que produz indicadores sociais relevantes como Índice Econômico Nutricional entre outros. A ideia é contribuir com informação para atender as demandas sociais de empresas. Uma delas é o Porto de Santos onde fornece indicadores portuários.

A Strong não abre mão do ensino presencial, mas diante dessa nova realidade se adaptou para fornecer o ensino a distância com a mesma qualidade e envolvimento.

Em um momento do país onde a educação se faz tão necessária, tenho a satisfação de apresentar a nossa nova parceira, a Strong Business School, e colocar suas instalações, seus professores, alunos, seus cases e suas pesquisas a disposição para análises e matérias jornalísticas de economia, administração, contabilidade, empreendedorismo e educação.

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